O pão francês, também conhecido como pão de sal, pãozinho ou cacetinho, é um dos alimentos mais amados e consumidos pelos brasileiros. Presente no café da manhã, no lanche da tarde e até mesmo no jantar, ele conquistou um lugar especial na mesa e no coração do Brasil. Durante a Semana do Pão Francês, o Moinho Reisa celebra essa iguaria que, apesar do nome, nasceu em terras brasileiras e se tornou um verdadeiro símbolo da nossa cultura.
Pão Francês: Uma História Feita no Brasil
Ao contrário do que o nome sugere, o pão francês não veio da França. Sua história começa no início do século XX, no Brasil, quando padeiros locais se inspiraram nos pães brancos e crocantes consumidos na Europa. Na época, a elite brasileira admirava os hábitos franceses, e os padeiros adaptaram as receitas europeias aos ingredientes disponíveis aqui, como a farinha de trigo branca. O resultado foi um pão com casca dourada e crocante, miolo macio e um sabor inconfundível.
Segundo o chef e empresário Olivier Anquier, o pão francês deveria se chamar “pão brasileiro”, já que foi criado e aperfeiçoado no Brasil. Ele se tornou popular nas décadas de 1920 e 1930, quando as padarias começaram a se multiplicar pelo país, e hoje é um dos alimentos mais democráticos e consumidos pelos brasileiros.


Curiosidades Sobre o Pão Francês
Nomes Regionais: Dependendo da região do Brasil, o pão francês recebe diferentes nomes. No Rio Grande do Sul, é chamado de cacetinho; em Minas Gerais, de pão de sal; e em algumas partes do Nordeste, de pão careca. Cada nome carrega um pouco da identidade local, mas o sabor é sempre o mesmo: irresistível.
Consumo Diário: Estima-se que os brasileiros consumam mais de 30 milhões de pães franceses por dia. Esse número mostra como ele está presente no nosso cotidiano.
Versatilidade: O pão francês é a base de diversas receitas, desde o clássico pão com manteiga até sanduíches, torradas e até mesmo sobremesas, como o pudim de pão.
O Pão Francês e a Economia
Durante a Semana do Pão Francês, convidamos você a celebrar essa delícia que faz parte da nossa história e do nosso dia a dia. Que tal experimentar novas receitas ou até mesmo fazer o seu próprio pão francês em casa? Com a farinha de trigo do Moinho Reisa, você garante um pão macio por dentro, crocante por fora e com aquele sabor que só o verdadeiro pão francês tem.
Aproveite essa data especial para compartilhar momentos à mesa com familiares e amigos, celebrando um dos maiores símbolos da nossa culinária. Afinal, como diz o ditado: “Tudo o que é bom começa com um bom pão francês”.

Mega Curioso Por Maura Martins
Revista Galileu Por Edison Veiga, Isabela Moreira, Tomás Arthuzzi, Ina Ramos e May Tanferri
G1 Globo Por Iana Caramori
NSC Total Por Redação DC
Estadão Por Helena Gomes
Em Tempo Por Em Tempo
Receitas
O pão francês, também conhecido como pão de sal, pãozinho ou cacetinho, é um dos alimentos mais amados e consumidos pelos brasileiros. Presente no café da manhã, no lanche da tarde e até mesmo no jantar, ele conquistou um lugar especial na mesa e no coração do Brasil. Durante a Semana do Pão Francês, o Moinho Reisa celebra essa iguaria que, apesar do nome, nasceu em terras brasileiras e se tornou um verdadeiro símbolo da nossa cultura.
Pão Francês: Uma História
Feita no Brasil
Ao contrário do que o nome sugere, o pão francês não veio da França. Sua história começa no início do século XX, no Brasil, quando padeiros locais se inspiraram nos pães brancos e crocantes consumidos na Europa. Na época, a elite brasileira admirava os hábitos franceses, e os padeiros adaptaram as receitas europeias aos ingredientes disponíveis aqui, como a farinha de trigo branca. O resultado foi um pão com casca dourada e crocante, miolo macio e um sabor inconfundível.
Segundo o chef e empresário Olivier Anquier, o pão francês deveria se chamar “pão brasileiro”, já que foi criado e aperfeiçoado no Brasil. Ele se tornou popular nas décadas de 1920 e 1930, quando as padarias começaram a se multiplicar pelo país, e hoje é um dos alimentos mais democráticos e consumidos pelos brasileiros.


Curiosidades Sobre o
Pão Francês
Nomes Regionais: Dependendo da região do Brasil, o pão francês recebe diferentes nomes. No Rio Grande do Sul, é chamado de cacetinho; em Minas Gerais, de pão de sal; e em algumas partes do Nordeste, de pão careca. Cada nome carrega um pouco da identidade local, mas o sabor é sempre o mesmo: irresistível.
Consumo Diário: Estima-se que os brasileiros consumam mais de 30 milhões de pães franceses por dia. Esse número mostra como ele está presente no nosso cotidiano.
Versatilidade: O pão francês é a base de diversas receitas, desde o clássico pão com manteiga até sanduíches, torradas e até mesmo sobremesas, como o pudim de pão.
O Pão Francês e a Economia
Durante a Semana do Pão Francês, convidamos você a celebrar essa delícia que faz parte da nossa história e do nosso dia a dia. Que tal experimentar novas receitas ou até mesmo fazer o seu próprio pão francês em casa? Com a farinha de trigo do Moinho Reisa, você garante um pão macio por dentro, crocante por fora e com aquele sabor que só o verdadeiro pão francês tem.
Aproveite essa data especial para compartilhar momentos à mesa com familiares e amigos, celebrando um dos maiores símbolos da nossa culinária. Afinal, como diz o ditado: “Tudo o que é bom começa com um bom pão francês”.

Mega Curioso Por Maura Martins
Revista Galileu Por Edison Veiga, Isabela Moreira, Tomás Arthuzzi, Ina Ramos e May Tanferri
G1 Globo Por Iana Caramori
NSC Total Por Redação DC
Estadão Por Helena Gomes
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Receitas
O pão francês, também conhecido como pão de sal, pãozinho ou cacetinho, é um dos alimentos mais amados e consumidos pelos brasileiros. Presente no café da manhã, no lanche da tarde e até mesmo no jantar, ele conquistou um lugar especial na mesa e no coração do Brasil. Durante a Semana do Pão Francês, o Moinho Reisa celebra essa iguaria que, apesar do nome, nasceu em terras brasileiras e se tornou um verdadeiro símbolo da nossa cultura.

Pão Francês: Uma História
Feita no Brasil
Ao contrário do que o nome sugere, o pão francês não veio da França. Sua história começa no início do século XX, no Brasil, quando padeiros locais se inspiraram nos pães brancos e crocantes consumidos na Europa. Na época, a elite brasileira admirava os hábitos franceses, e os padeiros adaptaram as receitas europeias aos ingredientes disponíveis aqui, como a farinha de trigo branca. O resultado foi um pão com casca dourada e crocante, miolo macio e um sabor inconfundível.
Segundo o chef e empresário Olivier Anquier, o pão francês deveria se chamar “pão brasileiro”, já que foi criado e aperfeiçoado no Brasil. Ele se tornou popular nas décadas de 1920 e 1930, quando as padarias começaram a se multiplicar pelo país, e hoje é um dos alimentos mais democráticos e consumidos pelos brasileiros.

Curiosidades Sobre o
Pão Francês
Nomes Regionais: Dependendo da região do Brasil, o pão francês recebe diferentes nomes. No Rio Grande do Sul, é chamado de cacetinho; em Minas Gerais, de pão de sal; e em algumas partes do Nordeste, de pão careca. Cada nome carrega um pouco da identidade local, mas o sabor é sempre o mesmo: irresistível.
Consumo Diário: Estima-se que os brasileiros consumam mais de 30 milhões de pães franceses por dia. Esse número mostra como ele está presente no nosso cotidiano.
Versatilidade: O pão francês é a base de diversas receitas, desde o clássico pão com manteiga até sanduíches, torradas e até mesmo sobremesas, como o pudim de pão.
Economia

Durante a Semana do Pão Francês, convidamos você a celebrar essa delícia que faz parte da nossa história e do nosso dia a dia. Que tal experimentar novas receitas ou até mesmo fazer o seu próprio pão francês em casa? Com a farinha de trigo do Moinho Reisa, você garante um pão macio por dentro, crocante por fora e com aquele sabor que só o verdadeiro pão francês tem.
Aproveite essa data especial para compartilhar momentos à mesa com familiares e amigos, celebrando um dos maiores símbolos da nossa culinária. Afinal, como diz o ditado: “Tudo o que é bom começa com um bom pão francês”.
Mega Curioso Por Maura Martins
Revista Galileu Por Edison Veiga, Isabela Moreira, Tomás Arthuzzi, Ina Ramos e May Tanferri
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